• Teatro Lusco-Fusco

Cia. de Teatro Lusco-Fusco participa de livro da SP Escola de Teatro lançado neste 25 de janeiro

Obra faz um mapeamento e análise dos processo de teatro de grupo na cidade de São Paulo



Neste aniversário de São Paulo, 25 de janeiro de 2021, a Adaap (Associação dos Artistas Amigos da Praça), através da SP Escola de Teatro, fará o lançamento virtual do livro “Teatro de Grupo na Cidade de São Paulo e na Grande São Paulo: Criações Coletivas, Sentidos e Manifestações em Processos de Lutas e Travessias”, projeto que traz um mapeamento cultural das companhias e coletivos teatrais da região da Grande São Paulo que promovem o chamado Teatro de Grupo. A Cia. Lusco-Fusco participa do livro, com texto assinado por seu diretor-geral e produtor-executivo Gustavo Dittrichi, após convite pela Adaap.


O lançamento do projeto será nesta segunda-feira (25/1), às 19h, no canal da SP Escola no YouTube, e quem quiser acompanhar o evento pode assistir pelo link da transmissão: https://youtu.be/NLtKp_UigMU, ou através do player abaixo:


Também haverá um bate-papo para quem quiser participar, através do aplicativo Zoom, sendo o link da sala: https://us02web.zoom.us/j/88114865289



SOBRE O LIVRO

Produzido pela Adaap (Associação dos Artistas Amigos da Praça), o objetivo do livro é se tornar obra de referência sobre o movimento de teatro de grupo na grande São Paulo.


Em 2004 e 2005, foram lançados dois anuários de teatro do sujeito histórico teatro de grupo da cidade de São Paulo. Tratou-se, então, de uma ação significativamente importante, ao lado de tantas outras, no sentido de divulgar e documentar as práxis de diversos coletivos teatrais em desenvolvimento na capital paulista.


Tendo em vista aquela ação e suas reverberações positivas, sobretudo pela gente fazedora (trabalhadora) de teatro, um coro agora formado por cinco integrantes (Alexandre Mate, Elen Londero, Ivam Cabral, Joaquim Gama e Márcio Aquiles, sendo os quatro últimos nomes ligados à SP Escola de Teatro) resolveu retomar aquela experiência e documentar os processos de criação e de luta de artistas irriquietes, que resistem apresentando espetáculos teatrais que, sobretudo, têm cantado sua aldeia e sua gente. Nessa nova proposta, além de coletivos teatrais da pauliceia desvairada, pretende-se incorporar à nova empreitada, e de acordo com o sujeito história em destaque, coletivos da grande São Paulo (que compreende 39 municípios).


O formato editorial tem mote deflagrador do conselho, na escolha de um grupo ou companhia teatral que será o disparador da ‘quadrilha’. Aqui, legitimamente nos apropriamos do poema Quadrilha, de Carlos Drummond de Andrade, para reinventá-lo a partir de uma rede de referências, contágios e parcerias.


O objetivo é resgatar a memória do teatro paulistano a partir de seus sujeitos históricos, de forma lúdica, afetiva e dialógica, por meio de uma escrita híbrida. Cada coletivo convidado indicou outro grupo teatral, que indica o seguinte, e assim por diante. Para dar voz ativa às companhias, os textos são escritos por seus próprios integrantes, com breve introdução do coletivo que os indicou, reforçando o caráter performativo da publicação.

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